A agenda econômica é o calendário dos eventos e indicadores que serão divulgados — decisões de juros, inflação, emprego, PIB, atas de bancos centrais. Cada um desses horários é um ponto conhecido de volatilidade: o mercado sabe que a informação vem, só não sabe qual será.
Para o day trader de WIN e WDO, a agenda é a primeira coisa a olhar no dia. Não porque ele vá operar o dado, mas porque ela define onde estão as armadilhas.
Cada indicador tem um órgão responsável e uma data marcada com antecedência:
| Origem | Exemplos | Impacto direto |
|---|---|---|
| Banco Central do Brasil | Decisão do Copom, ata, Relatório Focus | WIN, WDO, curva de juros |
| IBGE | IPCA, PIB, desemprego | WIN, curva de juros |
| Fed / BLS / BEA (EUA) | FOMC, payroll, CPI, PIB americano | WDO, índices globais, WIN por arrasto |
| Tesouro / Ministério da Fazenda | Resultado fiscal, anúncios de política | WDO, curva longa |
Cada evento tem três números: o anterior, a expectativa (consenso de mercado) e o efetivo (o que saiu). O mercado não reage ao número absoluto — reage à diferença entre o efetivo e a expectativa.
Horários de referência (Brasília):
> Atenção ao fuso: 8h30 de Nova York equivale a 10h30 de Brasília no horário padrão dos EUA e 9h30 quando os EUA estão em horário de verão. Sempre confira o horário convertido no calendário da sua plataforma.
Fortes:
Limitações:
Um trader de WIN abre a agenda e vê CPI dos EUA às 10h30 (Brasília). Ele planeja: nenhuma entrada nova entre 10h20 e 10h45, e a posição que estiver aberta às 10h20 é encerrada ou tem o tamanho reduzido pela metade. Às 10h30, o índice faz um movimento de 400 pontos e volta quase tudo em cinco minutos, varrendo stops nas duas pontas. Às 10h50, com o range do dado já definido, ele opera o rompimento da máxima daquele candle — com referência clara e stop no meio do range, em vez de estar dentro do caos.