O Aroon, criado por Tushar Chande em 1995, mede tendência por um ângulo que quase nenhum outro indicador usa: o tempo. Em vez de perguntar "quanto o preço subiu?", ele pergunta "há quantas barras foi feita a última máxima (ou mínima) do período?". A lógica: em tendência de alta, novas máximas são recentes e frequentes; em tendência de baixa, novas mínimas. Se nem máximas nem mínimas são recentes, o mercado está consolidando. "Aroon" vem do sânscrito, "luz da aurora" — a proposta era detectar o amanhecer de uma tendência.
Com período n (padrão 25):
Exemplos com n = 25: máxima do período feita agora → Aroon Up = 100; feita há 12 barras → (25−12)/25 = 52; há 25 ou mais barras → 0.
WDO passa 3 horas entre 5.330 e 5.345. No Aroon(25) do 5 min, Up e Down definham abaixo de 40 — congestão confirmada. Às 14h20, o preço rompe 5.345 e o Aroon Up salta para 100 (máxima nova agora), com o Down em 12. O trader compra o reteste do rompimento em 5.346, stop 5.338 (dentro do range), alvo pela amplitude projetada do range (15 pts → 5.360). Enquanto o Up segue acima de 70 renovando máximas, mantém; quando o Up cai de 70 e o Down cruza acima de 50, encerra o restante.