Operar pullbacks é entrar A FAVOR de uma tendência aproveitando as correções — os recuos temporários do preço contra o movimento principal. Em vez de comprar o rompimento (força), o operador de pullback espera o mercado "respirar" e entra mais barato, com stop mais curto, quando a correção mostra sinais de fim. É uma das abordagens mais ensinadas no Brasil: os setups Ponto Contínuo e 9.2 são, na essência, técnicas de pullback.
Fortes: entrada com preço melhor e stop mais curto que no rompimento; opera a favor da tendência (vento a favor); zonas de confluência dão critério objetivo; excelente relação risco/retorno. Limitações: exige paciência — às vezes a tendência não corrige e o trade "vai embora sem você"; distinguir correção de reversão é a dificuldade central; em tendência fraca, o pullback aprofunda e stopa antes de retomar.
WDO em tendência de alta no 15 min, MM21 ascendente. Depois de uma pernada de 40 pontos, o dólar corrige três candles com volume decrescente até a região da MM21, que coincide com a retração de 50% da pernada e com um antigo topo. Ali forma um candle de força comprador. O trader entra na superação da máxima desse candle (5.438), stop abaixo da mínima da correção (5.428) e alvo na projeção da pernada (5.478). Risco de 10 pontos para alvo de 40 — a tendência retoma e paga a projeção.